Mestrado

Dissertação 2015

Nome da autora: Imara Cecília do Nascimento Silva

Título do trabalho: Significação aspectual do passado imperfectivo no espanhol da Cidade do México

Resumo

O nosso objetivo principal é identificar os contextos de ocorrência da leitura aspectual do Passado Imperfectivo em sentenças com Pretérito Imperfeito (IMP) e
com a perífrase “estar” + gerúndio (PPROG) no imperfeito, no espanhol da Cidade do México. Consideramos que essas duas formas verbais estão coocorrendo com valor de aspecto imperfectivo contínuo, quando o esperado seria somente o uso da perífrase para expressar tal aspecto. Nossa hipótese é de que fatores como verbos [+ dinâmicos], sujeitos agentivos, complementos verbais télicos e advérbios temporais mais delimitadores influenciam na significação aspectual contínua de IMP em contextos de PPROG. Para tanto, como corpus, selecionamos dez entrevistas transcritas do projeto PRESEEA – Ciudad de México. Tais entrevistas foram gravadas entre os anos 2000 e 2005, com informantes homens e mulheres, de nível superior, compreendendo a faixa etária entre 20 e 30 anos. Na seleção e tratamento dos dados, foram utilizados os programas WordSmith Tools 5.0 e GoldVarb X. Os resultados demonstram, de fato, uma preferência pelo uso do imperfeito como expressão do aspecto imperfectivo contínuo, pois observamos, dentre 93 ocorrências de contínuo, 62 em imperfeito contra 31 em perífrase. Dentre os fatores linguísticos pertinentes para a leitura imperfectiva, se mostraram relevantes os fatores tipo de verbo e tipo de advérbio temporal. Sentenças em que os verbos fossem [+ dinâmicos] propiciavam a alternância entre formas de aspecto contínuo. E sentenças sem advérbio de tempo ou com advérbios [+ pontuais], também direcionaram o uso de IMP e contextos de continuidade em que era esperado PPROG.

Palavras-chave: aspecto, passado imperfectivo, espanhol da Cidade do México.

Resumen

Nuestro principal objetivo es verificar los contextos sintácticos en que ocurre el Pasado Imperfectivo en oraciones con Pretérito Imperfecto (IMP) y con la perífrasis “estar” + gerundio (PPROG) en imperfecto, en el español de la Ciudad de México. Consideramos que esas dos formas verbales pueden expresar valor imperfectivo contínuo. Sin embargo, lo esperado es el uso de la perífrasis para expresar dicho aspecto. Nuestra hipótesis es que factores como verbos [+ dinámicos], sujetos agentivos, complementos verbales télicos y adverbios temporales más delimitadores influencian en la significación aspectual contínua de IMP en contextos de PPROG. Para tanto, como corpus, seleccionamos diez entrevistas transcritas del proyecto PRESEEA – Ciudad de México. Las grabaciones de dichas entrevistas ocurrieron entre los años 2000 e 2005, con informantes hombres y mujeres, con enseñanza superior, entre 20 y 30 años. En la selección y tratamiento de los datos, utilizamos los programas WordSmith Tools 5.0 y GoldVarb X. Los resultados demuestran, de hecho, una preferencia por el uso del imperfecto como expresión del aspecto imperfectivo contínuo, pues observamos, entre 93 datos de contínuo, 62 en imperfecto contra 31 en perífrasis. Entre los factores lingüísticos pertinentes para la lectura imperfectiva, se mostraron relevantes los factores tipo de verbo y tipo de adverbio temporal. Oraciones en que los verbos fuesen [+ dinámicos] propiciaron la alternancia entre formas de aspecto contínuo. Y oraciones sin adverbio de tiempo o con adverbios [+ puntuales], también direccionaron el uso de IMP en contextos de continuidad en que se esperaba el uso de PPROG.

Palabras clave: aspecto, pasado imperfectivo, español de la Ciudad de México.

Cláudia Heloisa Impellizieri Luna Ferreira da Silva

Vice-Coordenador/Deputy Coordinator

Miguel Ángel Zamorano Heras

 

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